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A partir de 27 de junho de 2017, a Intrum Justitia e a Lindorff uniram-se para criar a maior empresa de serviços de gestão de créditos no mundo.

Para mais informações, pode ler aqui por favor

DINAMARCA, SUÉCIA E FINLÂNDIA, SÃO OS PAÍSES EUROPEUS COM MENOR TAXA DE INCOBRÁVEIS

De todos os países participantes no Relatório Europeu de Pagamentos 2017, o Reino Unido (4,7%) e a Bulgária (4,1%) são os únicos que superam os 4%, seguindo-se a Bósnia e a Grécia com (3,9%).

Dinamarca (0,5%), Suécia (0,8%) e a Finlândia (0,9), lideram o ranking dos países europeus com menor taxa de incobráveis segundo o Relatório Europeu de Pagamentos 2017 com dados recolhidos entre Fevereiro e Abril deste ano e que analisa o comportamento de pagamento das empresas em 29 países europeus durante 2016.

No lado oposto do ranking, com 4,7% situa-se o Reino Unido e com 4,1% a Bulgária, seguida da Bósnia e a Grécia com 3,9% de incobráveis durante o ano 2016. Portugal encontra-se na média europeia com 1,7% de incobráveis. Para além de liderar o ranking dos países com menor taxa de incobráveis, a Dinamarca também está à frente relativamente à evolução do risco quando 89% das empresas dinamarquesas prevêem que o risco se mantenha estável nos próximos 12 meses, valor bem acima da média europeia que se situa nos 76% (74% em 2016). Em Portugal cerca de 83% das empresas portuguesas acreditam que a evolução do risco irá manter-se estável.

Na Bulgária (27%) e na Grécia (22%) dos empresários veem a evolução do risco de pagamento das empresas suas clientes aumentar.

Apesar da actual Directiva Europeia de Pagamentos na UE os atrasos de pagamento continuam a ser uma ameaça ao crescimento e sobrevivência das empresas europeias, principalmente as PME’S.

A nível Europeu 31% dos inquiridos dizem ter conhecimento da directiva apontando a necessidade de aumentar a sensibilização para esta lei. Em Portugal cerca de 47% das empresas Portuguesas gostariam que fosse aplicado uma nova legislação a nível nacional para combater o problema dos prazos de pagamento longos.