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A partir de 27 de junho de 2017, a Intrum Justitia e a Lindorff uniram-se para criar a maior empresa de serviços de gestão de créditos no mundo.

Para mais informações, pode ler aqui por favor

Índice de Risco de Pagamento Europeu apresenta uma ligeira melhoria em 2016

O Relatório do Índice de Risco de Pagamentos na Europa promovido pela Intrum Justitia mostra que ainda existe diferenças substanciais entre países.

O Índice EPR proporciona uma visão holística sobre o risco, mercados e como as empresas estão expostas a estes fenómenos. Este índice é parte integrante do European Payment Report , estudo promovido pela Intrum Justitia e que analisa os comportamentos de pagamento e estabilidade financeira de mais de 9.400 empresas europeias. O índice no seu formato actual foi calculado pela primeira vez em 2015, que é o ano base com o valor zero para o índice total. Em 2016 o índice total tocou levemente até aos 0,06, apresentando uma melhoria em relação ao ano anterior.

O índice é o resultado de uma combinação de três variáveis distintas: responsabilidade moral do pagamento, risco de receber com atraso e o impacto que os atrasos de pagamento têm sobre as empresas. Apesar da modesta melhoria no índice total, a diferença entre os melhores e os piores desempenhos aumentou durante o ano transacto. O menor valor do índice total é -2 e o máximo é +2.

European Payment Risk Index

A Bósnia mantêm o lugar na parte inferior do índice, mas desceu para -1,46 em 2016 em comparação com -0,99 em 2015. Os consumidores com problemas financeiros são a principal razão para os atrasos de pagamento num dos países mais pobres da Europa onde as empresas bósnias estão entre as menos propensas a usar empresas de cobranças; 73 por cento dizem que nunca entregam as suas facturas a uma agência de cobranças.

A Itália também apresentou uma tendência negativa, com o seu índice a deslizar para -1,15 em 2016 a partir de -0,88 em 2015; os atrasos de pagamentos intencionais são a principal causa. Mais de metade das empresas italianas, refere que os atrasos de pagamento tiveram um impacto médio/alto no crescimento da sua empresa.

Por outro lado, no outro extremo da escala, a Dinamarca melhorou para 0,69 em 2016 de 0,60 em 2015. A ineficiência administrativa continua a ser a principal causa logo a seguir aos atrasos de pagamentos. Pelo lado positivo, as perspectivas do risco de incumprimento por parte dos devedores mantém-se estável para os próximos 12 meses, sentimento expresso por 91 por cento das empresas dinamarquesas.